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ARQUIVO - No Mundo dos Famosos
 


Entrevista Especial com LETÍCIA COLIN

 

A “Entrevista Especial” de hoje “No Mundo dos Famosos” é com uma querida e brilhante atriz que vem arrebentando como a Elisa em “Sete Vidas”, a atual novela das seis da TV Globo. Ela também já provou seu imensurável talento na teledramaturgia da Rede Record onde deu vida a inúmeras personagens densas e também conquistou as crianças quando apresentou a TV Globinho. Minha entrevistada de hoje é a talentosa e simpática atriz LETÍCIA COLIN.

“Acho muito desafiador todos os trabalhos que eu faço.”

(Letícia Colin)

Jéfferson Balbino: Letícia, atualmente você vem dando um show de interpretação como a Elisa na atual novela das seis, “Sete Vidas”. Como está sendo fazer esse trabalho?

Letícia Colin: Eu acho a trajetória dessa personagem muito interessante, pois ela tem dislexia e estamos falando muito sobre isso e que de ‘mulecona’ que só usava jeans, tênis e moletom ela vira uma modelo ‘bombada’ que vai pro Japão e que depois volta para o Brasil com um distúrbio de alimentação e aí fala sobre anorexia. Enfim, muitas histórias...

Jéfferson Balbino: E como você vem trabalhando o perfil psicológico dela?

Letícia Colin: Eu sempre tenho a chance de pegar personagens intensas e eu adoro isso... Eu conversei muito com pessoas que tem dislexia, fui à Associação deles para saber mais sobre os disléxicos, conversei com médicos e pacientes sobre o assunto, também estudei muito sobre a anorexia, vi muitos filmes então eu me preparei muito para dar vida a essa personagem maravilhosa.

Jéfferson Balbino: O que você nos conta sobre sua colega de cena, a nossa querida Claudia Mello? Como é contracenar com essa atriz maravilhosa?

Letícia Colin: Ah Jéfferson, eu estou apaixonada por ela, pois ela sabe muito e é muito generosa para compartilhar. Ela confia em mim e isso é uma coisa muito linda e rara uma atriz com tanta bagagem ouvir uma opinião de alguém com menos tempo de carreira como eu... Eu sempre dou sugestões nas cenas dela e ela prontamente as aceita, enfim é muito bom contracenar com ela e também com a Isabelle Drummond.


Jéfferson Balbino: E a Isabelle? O que você nos conta sobre a parceria de vocês?

Letícia Colin: A Isabelle é uma referencia pra mim. É uma das maiores atrizes da minha geração e por isso eu a reverencio e sou apaixonada pelas cenas que ela faz. Então eu estou muito bem cercada...

Jéfferson Balbino: Você apresentou durante algum tempo o programa “TV Globinho”. Como foi a experiência?

Letícia Colin: Foi tão ótimo e por isso que eu quis fazer [a faculdade de] jornalismo, mas não terminei, apenas cursei até a metade do curso lá na PUC/RJ, enfim algumas fases da vida, mas amei apresentar a TV Globinho, pois é muito legal apresentar programa.

Jéfferson Balbino: Mas você tem vontade de apresentar outro programa?

Letícia Colin: Agora, no momento, não! Porque as minhas prioridades são outras e ainda tem a música que toma meu tempo já que eu tenho uma banda e a gente faz musicais, mas tudo é possível né?!

Jéfferson Balbino: E está dando pra conciliar as gravações da novela com os shows da sua banda?

Letícia Colin: Dá sim... Mas eu acordo cedo para dar tempo de fazer todas as coisas, acho que esse é o segredo (risos).

Jéfferson Balbino: Eu adorei todos os seus trabalhos lá na Record, as novelas: “Luz do Sol”, Chamas da Vida”, “Vidas em Jogo”... Como foi trabalhar na teledramaturgia da emissora?

Letícia Colin: Foi maravilhoso, foi um período ótimo e que eu só tenho a agradecer. Eu adoro o texto da Cris [Cristianne Fridmann] assim como o da Lícia até porque eu adoro mulheres escrevendo, como também a Júlia Rezende que fez filme que participei e que estreou recentemente. Eu acho sensacional porque tem outro olhar sobre o ator e isso funciona muito.

Jéfferson Balbino: Você comentou agora a pouco que você faz muitas personagens densas... Sente falta de fazer personagens cômicas?

Letícia Colin: Até que não, porque eu faço muitas personagens cômicas no teatro e por isso eu dou uma liberada nesse desejo.

Jéfferson Balbino: E você consegue definir se tem mais ‘time’ pra comédia do que para o drama ou vice-versa?

Letícia Colin: Não sei definir... Acho muito desafiador todos os trabalhos que eu faço.

Jéfferson Balbino: Ainda tem algum tipo especifico que você adoraria interpretar?

Letícia Colin: Ah tem muitos ainda... Que venham (risos)!

Jéfferson Balbino: Para você, o que é mais gratificante na carreira de atriz?

Letícia Colin: Quando as pessoas se comovem com o seu trabalho, quando você faz uma personagem e as pessoas se identificam.

Jéfferson Balbino: Quais são seus ídolos na (tele) dramaturgia?

Letícia Colin: Em “Sete Vidas” mesmo tem várias como: Mariana Lima, Malu Galli...

Jéfferson Balbino: E você é uma atriz que assiste novelas também? Quais você mais gostou de assistir?

Letícia Colin: Mais ou menos, pois não consigo por conta do meu tempo limitado acompanhar... Com toda certeza “Mulheres Apaixonadas” foi a que mais gostei!

Jéfferson Balbino: Querida, adorei ter você no meu roll de entrevistadas, foi uma honra! Muito obrigado por ter concedido essa entrevista para o portal “No Mundo dos Famosos”, parabéns por seu primoroso trabalho e muito mais sucesso, beijos!

 

Letícia Colin: Ah querido, obrigado a você por essa oportunidade, beijo!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 14h11
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“Tapete Vermelho”: Rosamaria Murtinho

 

Sim, eu sei! É muito difícil falar de alguém que você admira muito, mas vamos lá, prometo que tentarei não ser “grudento” demais... Um “Tapete Vermelho” é muito pouco para essa grande atriz brasileira, pois seu talento ultrapassa fronteiras. Nascida em Belém, seus trabalhos se dividem entre a “Cidade Maravilhosa” e a “Terra da garoa”, ela é: Rosamaria Murtinho. Rosamaria é figurinha carimbada em diversas obras brasileiras. Em “Pecado Capital” (1975), sua personagem conseguiu deixar o publico dividido, alguns torciam pela reconstrução de sua família, outros torciam para que Eunice se livrasse da cadeia após cometer um assassinato e vivesse ao lado do protagonista Carlão (Francisco Cuoco). Em “Memorial de Maria Moura” (1994), Rosamaria interpretou majestosamente a sem escrúpulos Eufrásia, personagem que ajuda a acabar com o bando de Moura. Em 2011, a Tia Magda não poderia ficar de fora da lista dos suspeitos de ter assassinado Salomão Hayala (Daniel Filho), em “O Astro”. Já em 2013, foi a vez de Tamara Gouveia dar o ar da graça em “Amor a Vida”. Além de dezenas de personagens na TV, Rosamaria Murtinho exerce papeis exemplares na vida real, o de Mãe e Esposa: nossa grande atriz é casada com o também ator Mauro Mendonça, e é mãe de três filhos, sendo que um deles é o conceituado diretor Mauro Mendonça Filho. Ao encontrar fãs de Rosamaria espalhados pelo país, não é difícil ouvir descrições emocionantes dos encontros com a atriz, que além de carismática possui uma simplicidade indescritível ao lidar com seus admirados.

Como disse no inicio, um “Tapete Vermelho” seria muito pouco, portando acrescento um trono, para que continue sempre sendo nossa rainha!

Até a próxima!

 

Por Jaciano Souza

E-mail: jaciano.souza@nomundodosfamosos.com.br




Escrito por No Mundo dos Famosos às 14h09
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Entrevista Especial com CLÁUDIA MELLO

 

Hoje eu entrevisto aqui “No Mundo dos Famosos” uma atriz que eu tenho verdadeira adoração, afinal sempre ri muito com as inúmeras personagens que ela já deu vida, mas que agora vem emocionando a todos nós com uma personagem dramática, algo raro, numa carreira repleta de sucesso na comédia, porém, como ela é uma atriz imensuravelmente talentosa, é óbvio, que ela vem tirando de letra o desafio de dar vida a Guida na novela “Sete Vidas”. A nossa “Entrevista Especial” de hoje é com a querida e magnífica atriz CLÁUDIA MELLO.

“Acho muito difícil, muito complicado fazer comédia porque requer um ‘time’, o tempo especial da comédia...”

(Cláudia Mello)

Jéfferson Balbino: Cláudia, como está sendo dar vida a Guida na novela “Sete Vidas”?

Cláudia Mello: Está sendo uma delícia, pois a Guida é uma personagem muito interessante até porque ela sabe alguns segredos da trama e ela vai revelando aos poucos, é uma personagem chave da história e que também aborda as questões femininas através de uma mulher mais velha, mais madura e que, às vezes, por circunstâncias da vida esquece de ser mulher para viver apenas em função da filha que é interpretada pela maravilhosa atriz Letícia Colin e que sofre de dislexia. Essa personagem serve de espelho para muitas mulheres dessa minha faixa de idade.

Jéfferson Balbino: Creio que a nossa querida Lícia Manzo, autora de “Sete Vidas”, não tenha revelado para você esses segredos da trama. Fica difícil compor a personagem, fazer uma interpretação ambígua sem ter conhecimento desses elementos da novela?

Cláudia Mello: Não, sabe por que Jéfferson? A Lícia Manzo é uma autora extraordinária e por isso não tem constrangimento, não tem ruído, porque o que ela escreve é prazeroso de se dizer e fora isso fizemos um trabalho de interação muito grande com o elenco, por isso não tem como você criar sua personagem fora dessa interação e tudo fica muito simples e eu fiquei encantada de ser um processo de preparação como o que vivenciamos nessa novela, processo esse que já se usa há muito tempo no teatro e que fizemos agora na televisão com essas aulas de preparação para interagirmos e com isso buscarmos subsídios para interagir com os outros atores que compõe o seu núcleo e a historia que você ira contar.

Jéfferson Balbino: Por falar em núcleo, como está sendo contracenar com a nossa querida Thais Garayp?

 

Cláudia Mello: Jéfferson, eu adoro a Thais. Eu acho ela um gênio, inclusive eu já conheço o trabalho dela há muito tempo, e ela é muito camarada, a gente se diverte muito, e ela conta as histórias dela, eu tenho profunda admiração e muito carinho pela Thais. Eu gosto muito dela e acredito que ela também goste muito de mim e daí fica um clima muito prazeroso. É uma honra trabalhar com a Thais!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 17h46
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Entrevista Especial com CLÁUDIA MELLO

 

Jéfferson Balbino: Tem uma personagem sua que eu tenho verdadeira adoração que é a Brásia lá da novela “As Púpilas do Senhor Reitor”. Como foi fazer esse primoroso trabalho?

Cláudia Mello: Foi interessantíssimo... A direção era do Nilton Travesso que é um cara extraordinário e foi um trabalho que eu pude fazer com duas atrizes que eu admiro muito que é a Ana Lúcia Torre e a minha querida amiga Miriam Mehler e tivemos uma sintonia muito agradável o que é muito bacana. Gosto muito quando crio esses laços em trabalhos na televisão porque daí podemos bater textos, trocar idéias, compartilhar... E no meu último trabalho antes de “Sete Vidas” que eu fiz eu senti isso também, foi na série “Três Teresas” que eu fiz com a Denise Fraga e foi uma farra de tão bom que foi de fazer.

Jéfferson Balbino: Falando na Denise [Fraga] eu assisti na minha cidade natal, Jacarezinho no Paraná, o espetáculo “A Boa Alma de Setsuan” que vocês apresentaram no EnCena. Como foi atuar nessa peça?

Cláudia Mello: Ah que legal que você é de Jacarezinho e que nos viu... Foi um espetáculo prazerosíssimo, tínhamos um diretor maravilhoso e era um texto do Brecht que é um autor atípico e que tem uma partitura diferente, o processo da pela foi delicioso e por isso resultou no sucesso que teve e era muito legal aquela interação com a platéia que tínhamos no inicio.

Jéfferson Balbino: Você fez durante muitos anos o seriado “A Diarista”. Como foi ter que deixar a Dalila sua personagem que lhe acompanhou durante vários anos?

Cláudia Mello: Ah deu uma dorzinha no coração, é triste... Eu queria muito que continuasse, mas não foi possível. Éramos a segunda audiência da casa e que eu acho que poderia ter ido longe como foi “A Grande Família”.

Jéfferson Balbino: Você é uma das atrizes que melhor fazem comédia no Brasil, pois sempre faz com muita verdade, com muita propriedade. Qual o segredo pra tanta maestria?

Cláudia Mello: Não sei se existe... Acho muito difícil, muito complicado fazer comédia porque requer um ‘time’, o tempo especial da comédia. Mas agora em “Sete Vidas” a minha personagem não tem nada de cômica, pelo contrário, é dramática. O que pra mim esta sendo um desafio - o que é muito bom!

Jéfferson Balbino: Como você transita bem nos dois gêneros tem como distinguir qual é o mais difícil?

Cláudia Mello: Acho que não tem um mais fácil ou mais difícil do que o outro, pois os dois [gêneros] requerem muita dedicação, muito estudo, muito foco.

Jéfferson Balbino: Existe ainda algum tipo especifico de personagem que você sonha em fazer?

Cláudia Mello: Tem inúmeros ainda... Eu tenho uma proposta de trabalhar com a vida do Tostói, eu gosto das personagens femininas do Shakespeare, mas eu também gosto de uma criação que seja livre e que a gente mesmo escolhe o texto, que faça uma pequena produção e que trabalhe com autores jovens...

Jéfferson Balbino: Pra você, o que é mais gratificante na carreira de atriz?

Cláudia Mello: É acertar a embocadura, com o perdão da palavra (risos).

Jéfferson Balbino: E você é uma atriz que assiste novelas também?

Cláudia Mello: Assisto muitas, sou fã de novelas.

Jéfferson Balbino: E quais foram às melhores que você já assistiu?

Cláudia Mello: Eu adorei “Meu Pedacinho de Chão” não perdia um capítulo, gostei demais de “Avenida Brasil” e não é a toa que deu uma audiência extraordinária, às vezes, eu não vejo mais novelas por força das circunstâncias...

Jéfferson Balbino: Existe alguma personagem feita por outra atriz em novelas que você gostaria de ter feito caso tivesse tido a oportunidade?

Cláudia Mello: Ah Jéfferson, eu não vou dizer quais, mas tem sim e dá uma dor de cotovelo (risos). Mas te confidencio que no geral são as personagens da extraordinária Lilia Cabral, mas ela faz com muita maestria, mas tem muitas, as personagens da Adriana Esteves, bom eu parar por aqui porque eu sou fã de várias colegas (risos), como também da Gisele Fróes que esta comigo agora em “Sete Vidas” que está no meu núcleo e que eu amo de paixão, acho ela uma atriz expcional. Adoro também a Letícia Colin, a Isabelle Drummond, o Jayminho [Matarazzo]...

Jéfferson Balbino: Em relação a direção do Jayme Monjardim, ele é um diretor muito severo?

Cláudia Mello: Não... O Jayme é um diretor encantador, ele é muito educado, é um diretor de atores extraordinário e que tem uma ótima equipe de diretores tanto que pode dirigir pelo telefone (risos). Eles são sensacionais, especialíssimos, maravilhosos, jovens... Gente boa mesmo!

Jéfferson Balbino: Claudia querida, adorei falar com você aqui “No Mundo dos Famosos”, parabéns por ser essa artista magistralmente maravilhosa (risos). Sucesso e um grande beijo!

 

Cláudia Mello: Eu também adorei te conhecer Jéfferson e lhe dar essa entrevista, sucesso pra nós, beijos!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 17h44
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Tapete Vermelho: Rosamaria Murtinho

 

Sim, eu sei! É muito difícil falar de alguém que você admira muito, mas vamos lá, prometo que tentarei não ser “grudento” demais... Um “Tapete Vermelho” é muito pouco para essa grande atriz brasileira, pois seu talento ultrapassa fronteiras. Nascida em Belém, seus trabalhos se dividem entre a “Cidade Maravilhosa” e a “Terra da garoa”, ela é: Rosamaria Murtinho. Rosamaria é figurinha carimbada em diversas obras brasileiras. Em “Pecado Capital” (1975), sua personagem conseguiu deixar o publico dividido, alguns torciam pela reconstrução de sua família, outros torciam para que Eunice se livrasse da cadeia após cometer um assassinato e vivesse ao lado do protagonista Carlão (Francisco Cuoco). Em “Memorial de Maria Moura” (1994), Rosamaria interpretou majestosamente a sem escrúpulos Eufrásia, personagem que ajuda a acabar com o bando de Moura. Em 2011, a Tia Magda não poderia ficar de fora da lista dos suspeitos de ter assassinado Salomão Hayala (Daniel Filho), em “O Astro”. Já em 2013, foi a vez de Tamara Gouveia dar o ar da graça em “Amor a Vida”. Além de dezenas de personagens na TV, Rosamaria Murtinho exerce papeis exemplares na vida real, o de Mãe e Esposa: nossa grande atriz é casada com o também ator Mauro Mendonça, e é mãe de três filhos, sendo que um deles é o conceituado diretor Mauro Mendonça Filho. Ao encontrar fãs de Rosamaria espalhados pelo país, não é difícil ouvir descrições emocionantes dos encontros com a atriz, que além de carismática possui uma simplicidade indescritível ao lidar com seus admirados.

Como disse no inicio, um “Tapete Vermelho” seria muito pouco, portando acrescento um trono, para que continue sempre sendo nossa rainha!

Volto na próxima semana!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 17h38
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TV Tudo: Reprise de A Usurpadora

O SBT E SUAS REPRISES

 

Há quase um mês fiz um post no grupo Galeria de Novelas, no Facebook, falando sobre as excessivas reprises do SBT, que costumam dar certo. E neste mês de março que vai terminando, a coisa não ficou diferente. No último dia 16, voltou ao ar à versão brasileira de Carrossel, no lugar de Rebelde. Surpreendentemente, está dando mais audiência que a inédita (...) Chiquititas. Como resultado, tirou uma boa parcela de audiência da Globo, que está sofrendo com Babilônia, cuja segunda semana registrou apenas 25 pontos de média, e sofrerá alguns ajustes em breve. Voltando ao "Viva da TV aberta" (esse apelido caiu como uma luva!), vem mais naftalina no ar. Nesta segunda está de volta o grande sucesso mexicano A Usurpadora, originalmente de 1999 e que vai para sua quinta reprise (no caso, sexta exibição). A trama é protagonizada por Gabriela Spanic, que marcou época com as gêmeas Paola e Paulina Bracho. Tem como objetivo roubar público de O Rei do Gado, que faz muito sucesso na Globo atualmente. É mais uma reprise? É sim, mas para quem gosta, vai valer a pena ver de novo, sem trocadilhos. Com elas o SBT está onde está, tendo bom retorno de audiência, a baixo custo de produção. Nota de última hora: para depois de A Usurpadora (que dividirá com os capítulos finais de A Feia Mais Bela), o SBT escalou Patrulha Salvadora, spin-off de Carrossel, para as 18h15, o que reduz para apenas meia hora a duração de Chaves nos dias de semana. Empolgou com o sucesso de Carrossel. Não duvido que se der baixa audiência, logo sai do ar, e o velho curinga volta ao horário normal.

 

 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 16h40
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