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ARQUIVO - No Mundo dos Famosos
 


Entrevista Especial com THERESA AMAYO

 

A “Entrevista Especial” de hoje do “No Mundo dos Famosos” é com uma dama da nossa teledramaturgia. A atriz que entrevisto hoje atuou nas novelas capa-e-espada da lendária novelista Glória Magadan, também trabalhou com a magistral Janete Clair e com a maravilhosa Ivani Ribeiro. Confira um pouco da vida e da obra dessa excepcional operária da arte, a magnífica atriz THERESA AMAYO.

“Embora eu não seja centenária (risos) eu comecei muito cedo, comecei praticamente com a televisão.”

(Thereza Amayo)

Jéfferson Balbino: Como surgiu seu interesse pela carreira artística?

Theresa Amayo: Quando eu era criança eu via muito cinema e achava lindo e meu interesse pela carreira de atriz foi surgindo devido o que eu via da própria representação da vida. Não tive nenhum tipo de apoio, mas quando assistia algum filme eu dizia pra mim mesma que um dia eu estaria representando na tela também. Como eu também chorava com muita facilidade, li muito bem poesia e as pessoas gostavam muito eu acredito que meu caminho já estava traçado para isso.

Jéfferson Balbino: Você é natural de Belém do Pará foi lá ou aqui no Rio de Janeiro que você decidiu querer seguir a carreira artística?

Theresa Amayo: Eu nasci em Belém, mas vim pro Rio. Foi aqui no Rio então. Mas tudo aconteceu como uma brincadeira não foi uma decisão premeditada. Eu quando adolescente queria saber tudo que acontecia na vida dos artistas, dos meus ídolos. E uma coisa foi levando à outra...

Jéfferson Balbino: E como surgiu o convite pra você atuar na televisão?

Theresa Amayo: Sabia Jéfferson que eu sou muito antiga?! Embora eu não seja centenária (risos) eu comecei muito cedo, comecei praticamente com a televisão. Eu entrei em Teatro numa companhia de teatro maravilhosa protagonizando a minha peça de estreia e fui encená-la na Europa e minha vida mudou completamente. A televisão nesse meu tempo não era como é hoje a televisão, pois naquela época a televisão era olhada com desprezo. O rádio que era visto com a valorização e as pessoas me perguntavam o que uma atriz de teatro e de rádio estava fazendo na televisão (risos).

Jéfferson Balbino: Nessa época, alguma vez você sofreu algum tipo de preconceito por ir trabalhar na televisão?

Theresa Amayo: Não, porque as pessoas mal sabiam o que era televisão e quando sabiam mal se importavam, pois era um ‘brinquedo’ novo que todos achavam que jamais chegariam aos pés do teatro e do cinema.

Jéfferson Balbino: Nesse período a televisão realmente era considerado uma sub arte e pelas famílias tradicionais uma imoralidade. Como a sua família reagiu quando você foi trabalhar na televisão?

Theresa Amayo: Preconceito familiar eu sofri… Diziam que ser atriz não era profissão pra uma moça de família. Nessa época, as pessoas tinham uma idéia que só virava ator e atriz quem era desmembrado de uma família e que não tinha uma moral. Mas eu dizia a minha família que a Dulcina era casada e de uma ótima reputação, era uma família teatral. Enfim, eu tive que vencer o preconceito que a minha família tinha, fui muito prejudicada pela minha família...

Jéfferson Balbino: Você fez parte da companhia de Teatro da Tônia Carrero e do Paulo Autran. O Paulo era meio avesso de fazer televisão...

Theresa Amayo: Mas normalmente os atores de teatro não gostam de fazer televisão porque eles não têm o tempo de teatro que é diferente do tempo de novela. Apesar de que agora eu ouço falar que o pessoal da TV estão tendo mais tempo de preparação antes da novela, mas antigamente os atores de teatro estranhavam esse ritmo violento da televisão, pois com um ritmo industrial não há tempo para o ator preparar e estudar a sua personagem. Já no teatro o ator tem tempo de ir mais a fundo. O Walter [Avancini] especificamente ensaiava muito na televisão, o Daniel [Filho] quando podia também, mas é raro se ensaiar na televisão antes de gravar.

Jéfferson Balbino: E como foi trabalhar nas novelas da lendária novelista cubana Glória Magadan?

Theresa Amayo: Eram novelas muito bem feitas… Quando eu entrei para a Globo para fazer essas novelas eu já havia feito antes muitos teleteatros na TV Tupi. Eu fui pra TV Globo porque eu já tinha um nome na televisão e fui para inaugurar o horário de novelas das oito com o Carlos Alberto que era nessa época o ator de maior cartaz que tinha e foi quando a Globo estouro na produção de novelas. Eu achava fantásticas essas novelas da Glória, adorava “Eu Compro essa Mulher”, “O Sheik de Agadir”... E estava com a Tônia [Carreiro] e o Paulo [Autran] com peça na Europa quando me ligaram convidando para gravar ”O Rei dos Ciganos” que era dirigida pelo Ziembinsky onde eu fazia uma cigana e depois que acabou essa novela, do elenco a Globo só renovou o meu contrato e o do Rubens de Falco. Depois disso fui escalada para fazer a novela “A Rainha Louca”, com a Nathália Timberg e foi nessa novela que conheci durante uma gravação de madrugada a Glória Magadan. Nessa novela tínhamos que gravar somente de madrugada por conta de um racionamento de energia elétrica que ocorria. E numa dessas gravações veio ate mim uma baixinha de óculos falando em espanhol e me abraçando (risos), depois disso ela sempre continuou sendo muito carinhosa comigo, sempre nas estreias de novelas dela que eu estava ela me mandava flores...

Jéfferson Balbino: E em relação ao texto da Glória Magadan o que você destacaria? Você acredita que o gênero capa-e-espada da novelista faria sucesso nos dias de hoje?

Theresa Amayo: Quem crítica o texto, as novelas que foram escritas pela Glória Magadan é porque adora criticar, pois o texto dela era muito bom sim. Ela tinha um estilo, uma escrita que era completamente compatível com a história que ela se propunha a contar. Acho uma injustiça esses críticos que metem o cacete nas novelas que ela escreveu. E olha que ela já foi mau caráter com o meu marido quando ela foi demitida da Globo e como meu marido era diretor artístico da Tupi ela aprontou com a gente. O Almeida Castro que era o diretor geral das Associadas até a recebeu porque eu pedi ao meu marido para recebê-la porque ela sairia da Globo, mas iria levar o patrocínio da Colgate-Palmolive com ela.

Jéfferson Balbino: E como foi trabalhar com a Janete Clair na TV Globo?

Theresa Amayo: Foi muito bom… Eu fiz com ela a novela “Sangue e Areia” que trouxe para a Globo o casal Tarcísio [Meira] e Glória [Menezes]. Na novela o [personagem] do Tarcísio era o meu marido e a Glória era amante dele. E como o publico odiava a Glória, eles procuraram fazer de tudo para o público adorar ela. E para a Glória conquistar espaço eles quiseram matar a minha personagem que só foi morrer no último capítulo. É claro que a glória conquistou espaço até mesmo porque ela é uma excelente atriz, mas era São Paulo se instalando no Rio. A Janete me adorava e me disse que um dos filhos dela pequeno pediu para ela não matar a Pilar que era a minha personagem. E, como eu era um grande sucesso e em fusão do filho dela que pediu ela deixou para me matar somente no último capítulo (risos). A Janete era muito querida, um doce de pessoa e depois virou um monstro sagrado que era muito difícil chegar até ela. Depois fiz com ela “Passo dos Ventos” onde eu fazia uma chinesa má, filha do [personagem do] Mário Lago, daí depois era pra eu fazer “Verão Vermelho” daí fiz uma burrada de rescindir meu contrato com a Globo e a Dina Sfat foi fazer a personagem que era pra ser minha, ela já estava escalada pra novela, mas faria um papel menor que era esse que era pra mim fazer.

Jéfferson Balbino: E o que você fez depois que saiu da TV Globo?

 

Theresa Amayo: Fui estudar, pois queria obter uma profissão que me respeitasse o tempo todo. Fiz fonoaudiologia, depois psicologia, daí fiz a minha formação em psicanálise e durante 10 anos fiquei nisso e fazendo trabalhos esporádicos na televisão e no teatro e pude me dedicar a minha família nesse tempo. 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 19h46
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Entrevista Especial com THERESA AMAYO

Jéfferson Balbino: E era pra você ter feito a Mocinha na versão censurada de “Roque Santeiro”, né?

Theresa Amayo: Pois é, faria a Mocinha que depois na segunda versão foi feita muito bem pela Lucinha Lins.

Jéfferson Balbino: E quando você assistiu a segunda versão com a Lú [Lucinha Lins] fazendo a personagem que seria sua não lhe deu uma dorzinha no coração (risos)?

Theresa Amayo: Ah sim… Sempre dá, mas também sempre fica um pouco da gente em cada personagem que você faz ou deixa de fazer. A Mocinha era uma personagem maravilhosa, mas era outra leitura, diferente da que eu faria até porque a censurada seria dirigida pelo Daniel Filho que tem outro olhar. Até a viúva Porcina da Regina Duarte era completamente diferente da que a Betty Faria fez. Queria muito ter os 15 primeiros capítulos dessa versão censurada que já estava pronto quando a novela não pode estrear. Depois como foi censurada “roque Santeiro” fui chamada pra fazer a Vitória na versão original de “Pecado Capital” que foi outro sucesso maravilhoso, daí quando acabou fui fazer a novela “Gina”, mas antes tinha feito a primeira novela da TVS, do Silvio Santos, que era “O Espantalho”, da Ivani Ribeiro. Quando voltei pra Globo fiz com a Renatinha Sorrah o “Caso Especial”, o “Férias sem Volta” onde gravamos na Europa foi lindo e tinha a direção do Abujamra.

Jéfferson Balbino: Você citou agora a pouco o grande diretor Daniel Filho, recentemente você fez com ele as séries: “As Cariocas” e “As Brasileiras”...

Theresa Amayo: E agora filmei “Obra-Prima”.

Jéfferson Balbino: Ele é um diretor severo como foi o [Walter] Avancini?

Theresa Amayo: São temperamentos diferentes. Na realidade o Avancini nunca teve o poder que o Daniel teve. Eu tenho um carinho especial pelo Daniel Filho. Pelo que eu sei o Daniel foi carrasco com outros atores como a Rosamaria Murtinho, mas comigo ele nunca brigou. E como ele me disse quando nos reunimos com o elenco do filme “Obra-Prima” ele sempre me admirou, pois quando ele estava começando eu já estava lá estrelando novela, filme, com peça de teatro... Ele tem muito respeito por mim, lembro até deu acalmar ele quando ele começou a fazer televisão.

Jéfferson Balbino: Você acha que o diretor tem que ter uma postura firme? Se impor diante do ator?

Theresa Amayo: Acho que tudo com cumplicidade é muito melhor. O Daniel era muito cobrado quando estava dirigindo novelas na Globo, ele entrou lá para substituir o Zimba [Ziembinsky].

Jéfferson Balbino: Como foi trabalhar na teledramaturgia da extinta Rede Manchete?

Theresa Amayo: Foi uma coisa muito profissional e muito gostosa. O seu Adolpho era uma gracinha de pessoa. Quando estávamos gravando “Carmem” ele mandava uma caminhonete cheia de sanduiches de queijo e mortadela com guaraná todo dia. Parecia um pai nosso. Foi uma pena a família dele, destruir a Rede Manchete não sabendo administrá-la.

Jéfferson Balbino: Você ainda atuou nas minisséries “O Portador” e “Memorial de Maria Moura”. Atuar em minissérie é mais prazeroso para o ator do que atuar em novela?

Theresa Amayo: Em “Memorial de Maria Moura” foi uma pequena participação, mas em “O Portador” foi um bom papel. Não vejo diferença entre atuar em minissérie e atuar em novela desde que seja um bom papel é sempre prazeroso. A minissérie tem a vantagem de você compor a personagem, saber por completo o que ira acontecer com a sua personagem, mas a novela é um desafio prazeroso para o ator já que fica a mercê da vontade do público, mas é justamente essa troca do ator com o autor, com o diretor e o público é que proporciona esse sabor especial pra todos.

Jéfferson Balbino: Como foi contracenar com o Rau Cortez na novela ‘Senhora do Destino”?

Theresa Amayo: Foi maravilhoso… É uma pena que foi uma participação pequena, eu quando fui convidada até achei que seria uma participação maior, mas foi bom porque pude trabalhar com meu querido amigo Raul Cortez em seu ultimo trabalho. Eu já havia trabalho com o Raul na peça os “ Pequenos Burgueses”, de Gorki, em São Paulo. Era um ator muito bom e que faz muita falta.

Jéfferson Balbino: Quem são seus ídolos na televisão?

Theresa Amayo: A Cássia Kiss que é uma atriz fantástica, pois ela tem um poder de composição, tem uma verdade em cada personagem que ela faz, eu acho ela extraordinária, é uma que ela não tem a projeção que deveria ter. A Glória Pires também é uma grande atriz que o Teatro nem faz falta pra ela, pois ela é sensacional tanto no cinema quanto na televisão e o dia que ela fizer teatro vai ser sensacional também.

Jéfferson Balbino: Você que é uma das maiores atrizes que esse país tem acredita que a vocação em detrimento do talento já é um bom passo pra quem almeja a carreira artística ou precisa haver uma fusão desses dois fatores para se tornar um bom ator?

 

Theresa Amayo: Nunca pensei nesse aspecto, mas acho que tem que ter talento. 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 19h44
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Entrevista Especial com THERESA AMAYO

Jéfferson Balbino: O que você destacaria da sua carreira no cinema?

Theresa Amayo: Eu fiz pouca coisa boa no Cinema... O melhor presente pra mim no Cinema foi o filme “S.O.S – Mulheres em Alto Mar” que gravamos dentro do navio no Mediterrâneo.

Jéfferson Balbino: Pra você, o que é mais gratificante na carreira de atriz?

Theresa Amayo: Ser reconhecida pelo meu trabalho como atriz é o mais gratificante pra mim. É muito gratificante saber que o meu trabalho e a minha luta nele não foram em vão.

Jéfferson Balbino: E o que você acredita ser a sua maior contribuição para o oficio?

Theresa Amayo: A honestidade, o respeito pela profissão, o respeito pelo teatro e o respeito pelos colegas foi a minha maior contribuição.

Jéfferson Balbino: E como é seu envolvimento com as suas personagens?

Theresa Amayo: Eu sofro com elas quando eu estou fazendo, mas quando acaba o trabalho acabou, mas é claro que as amo e que lembro com muita saudade. Tem muitas personagens que eu não esqueço, afinal os personagens são filhos que a gente cria e ninguém esquece do amor que tem pelos filhos.

Jéfferson Balbino: Recentemente, você fez uma participação em “Malhação”, como foi trabalhar com essa nova geração de atores?

Theresa Amayo: Eu fiquei muito nervosa quando fui gravar uma cena na “Malhação”, eu trabalhava com o Lafayette Galvão, e quando eu fui gravar tinha muitos adolescentes e era um estúdio muito pequeno e quente e aquilo me deixou tão nervosa que fiquei com medo de errar o texto na frente daquela criançada e não é que esqueci o texto (risos), mas o Mário Marcio Gonzaga que dirigia foi tão querido e me acalmou. Adorei conhecer o Fiuk que parece muito com o Fábio Jr., mas “Malhação” é boa porque prepara novos atores até porque a geração de atores de 75 a 100 anos já está indo embora, a fila esta andando e andando rápido e a gente tem que se preparar pra dizer tchau, tchau.

Jéfferson Balbino: A sua última participação em novelas foi em “Flor do Caribe”, você já tem algum projeto pra televisão?

Theresa Amayo: Meu projeto é voltar a fazer televisão, voltar a trabalhar. Poucas pessoas viram, mas fiquei uns 3 anos gravando esquetes no “Zorra Total”, eu adorei, porque adoro comédia, mas transo bem no drama também, adoro os dois.

Jéfferson Balbino: Agora a pouco você mencionou seu trabalho na novela “O Espantalho”... No remake da novela “Mulheres de Areia”, a autora Ivani Ribeiro levou a personagem que você em “O Espantalho” onde foi interpretada, dessa vez, pela atriz Andrea Beltrão. Como foi ver outra atriz fazendo sua personagem no passado?

Theresa Amayo: Eu assisti um capítulo e fiquei muito triste quando eu vi que mudaram muito a Tônia que era diferente da minha Tônia, mas eu adoro a Andrea Beltrão.

Jéfferson Balbino: Qual a sua opinião sobre a velhice?

Theresa Amayo: Só pode falar da velhice quem não morreu antes. Eu acho a velhice interessante até certo ponto. Se a pessoa não está dependente dos outros e está com as faculdades mentais perfeitas é bom, mas tem muitos colegas que não estão bem assim e tem que se preparar pra quando for chamado, afinal ninguém ficará pra semente, agente nasce, cresce e morre, por isso tem que viver o presente. Eu não sou nenhuma velha, mas também não sou nenhuma mocinha, mas estou caminhando (risos), mas não acho a velhice uma indignidade, pois indignidade é você não comer, indigno é os velhinhos que são jogados na rua.

Jéfferson Balbino: Você é uma atriz que assiste novela também? Quais foram às melhores novelas que você já assistiu?

Theresa Amayo: Eu assisto tudo, mas não sou fanática até porque eu fico muito no computador escrevendo e o computador absorve as pessoas. A novela maravilhosa que assisti foi à última novela que vi foi “Avenida Brasil”. Agora adorei também a minissérie “Felizes para Sempre?” que foi para mim uma nova forma de fazer televisão, pois tinha uma nova fotografia, uma nova forma de contar história, eu fiquei apaixonada, pena que perdi alguns capítulos por causa dessa droga de “Big Brother Brasil”

Jéfferson Balbino: Existe alguma personagem feita por outra atriz que se você pudesse ter feito faria?

Theresa Amayo: Ah sempre tem... Às vezes eu assistindo uma novela eu penso: “Poderia ter feito uma personagem assim” (risos). Agora uma que se eu pudesse gostaria muito de ter feito é a Marta de “Páginas da Vida” que foi feito pela Lilia Cabral, era uma avó chata que detestava a netinha. Aquele foi um presente que a Lilia ganhou.

Jéfferson Balbino: Theresa, foi uma honra ter entrevistado você aqui “No Mundo dos Famosos”. Obrigado pela entrevista e por ser uma maravilhosa atriz que tanto emprestou seu talento para dar vidas a personagens maravilhosas. Beijo e sucesso sempre!

 

Theresa Amayo: Obrigada querido, tudo de bom pra você, um beijo grande!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 19h43
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TV Tudo

 

Olá, pessoal!

Estreio hoje a coluna TV TUDO, a mais nova coluna do site No Mundo dos Famosos, onde darei minhas opiniões sobre o que de melhor acontece na televisão e outros assuntos que envolvem a arte dos famosos. Toda semana tem post novo! Espero que gostem!

 

BOOGIE OOGIE OU IMPÉRIO: QUAL NOVELA TERMINARÁ COM MAIS ATENÇÃO?

Março está chegando, e com ele duas novelas muito comentadas desde que estrearam, ano passado, estão terminando. Império estreou em 21 de julho. Boogie Oogie, duas semanas depois. E esse mesmo intervalo será repetido agora, mas de maneira inversa. Boogie termina primeiro, no dia 6, e a trama das nove, no dia 13. Durante as exibições, as duas tramas dividiram os holofotes de quem mais atraía atenção, porque ambas apresentaram histórias muito boas, e cada noveleiro fanático demonstrava "paixão" por uma ou por outra produção. A novela das seis, porém, decaiu muito do final do ano passado para cá, principalmente, por conta do "bendito" segredo escondido pela vilã da história, Carlota (Giulia Gam). Sem desmerecer a estreia do português Rui Vilhena, seu autor, mas criou uma enorme e chata barriga. O casal protagonista Rafael (Marco Pigossi) e Sandra (Ísis Valverde) não emplacou, a outra vilã Vitória (Bianca Bin) desagrada do início ao fim... tudo veio a dar errado em Boogie Oogie, que acaba por não conseguir recuperar a audiência das 18hs. Por isso, Império abriu enorme vantagem e ganhou muito mais em repercussão do meio para o fim. Foram tantos e tantos acontecimentos, que envolveu até troca de intérpretes. Doente, Drica Moraes teve que sair da trama para dar lugar a Marjorie Estiano. Como havia vivido a vilã Cora na primeira fase, a produção achou por bem ela retomar esse mesmo papel. A desculpa de rejuvenescer a megera "colou". E Marjorie conquistou o público. Além dela, Alexandre Nero e Lília Cabral, o casal protagonista que ora se amam, ora se odeiam, deu certo. Química perfeita! Entre muitos outros destaques que não dá para citar, senão o post ficaria muito longo, desculpem! Império conseguiu cumprir a missão de recuperar o público das nove, que detestou a antecessora "Em Família".

 

Semana que vem tem novo post. Até mais!

 

Por Jean Marcos Rivelles
E-mail: jean.rivelles@nomundodosfamosos.com.br



Escrito por No Mundo dos Famosos às 17h43
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